A Sociedade que almejamos, deverá ser mais participativa, comprometendo-se com a Escola.

A Escola tem como base o centro de apoio a nossa comunidade, com suas relações expansivas, descentralizada, tomando posições decisivas em criação de projetos, desde sua elaboração à sua execução; trazendo eventos pertinentes a realidade; formulando debates com temas que tragam o despertar de um senso-crítico construtivo com participação de autoridades governamentais sem jogo de interesses político-partidários ou articulações outras.

Que a ideologia de construir o novo não seja poluída com fins particulares ou lucrativos, mas que venha de encontro a sanar nossas angústias, eliminando as mazelas impostas por uma cultura desarrazoada do passado, que trunca cenários do aprendizado colocando em seu lugar a inércia corrosiva do desaprender.

Teremos que fazer o que há de melhor para nossa clientela que está cansada de ser manipulada por alguns políticos que só sabem usufruir em causa própria.

Faltam verbas! As escolas estão entrando cada vez mais num ciclo carente de querer produzir, de querer desempenhar seu papel de educador, mas faltam materiais de apoio de boa qualidade.

A Sociedade que almejamos, deverá ser mais justa, e compreender as injustiças que acontecem, e compreender a Escola como formadora de opiniões, combatendo os choque culturais que nascem do infortúnio e da opressão indutora da mídia, que leva a muitos ao consumo desenfreado e insano de drogas e comportamentos, excluindo diplomaticamente os despreparados.